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Infra-estrutura Turística

Economia e Infra-estrutura

A economia acreana depende exclusivamente da extração vegetal, principalmente da borracha, que é feita ao longo dos rios.  A pecuária abastece o mercado interno com produtos de boa qualidade, como carne, leite e derivados, e produz, ainda, consideráveis excedentes para exportação, principalmente na regional do Purus.

Além do látex, a floresta amazônica tem permitido aos acreanos obter rendimentos de produtos como alimentos, medicamentos naturais e matéria prima para a indústria de cosméticos - caso, por exemplo, do óleo de copaíba, medicamento bastante utilizado na Amazônia. A folha de pimenta longa é utilizada para a fabricação de fixadores de perfumes, e os índios da tribo yawanawa, em Tarauacá, no vale do Juruá, exportam urucum para indústrias de cosméticos nos Estados Unidos.

Sua infra-estrutura concentra-se em Rio Branco (Baixo Acre) e Cruzeiro do Sul (Juruá). Os povoados ficam muito distantes uns dos outros e durante os períodos de chuvas tornam-se isolados.  A maioria dos municípios não tem água encanada e nem rede de esgoto. O potencial hidrelétrico é pequeno. Na Capital encontra-se o Aeroporto Internacional de Rio Branco, o Campus Universitário, onde funciona a Universidade Federal do Acre (UFAC) e a única universidade particular do Estado, Faculdade Integrada Rio Branco (FIRB).

Comunicação e Transporte

Os transportes terrestres são precários. A maior parte da população vive à beira rio. Os municípios permanecem isolados da Capital por falta de acesso. Atualmente, a BR-364, que liga Rio Branco à Cruzeiro do Sul, estabelece a conexão do Acre com o Centro-Sul do país, através de Porto Velho. A navegação fluvial só é possível na época das enchentes. Os portos que escoam a produção acreana estão concentrados no Amazonas. São eles: Boca do Acre, para a Bacia do Purus e Eirunepé, para a Bacia do Juruá. Não há ferrovia no Estado.

Clima e Vegetação

A Floresta Amazônica recobre todo o território acreano. É rica em seringueiras e apresenta bosques de cipó, palmeira e bambu, além de várias espécies de madeiras e uma grande variedade de árvores frutíferas como o açaí, a andiroba, o camu-camu, a castanha do Brasil, o urucum, entre outras.

A bacia hidrográfica do Estado do Acre pertence à Bacia Amazônica e seus principais rios são o Juruá, o Tarauacá, o Muru, o Embira, o Xapuri, o Purus, o Iaco e o Rio Acre, que atravessam o Estado com cursos quase paralelos, navegáveis apenas nas cheias. O clima é quente e úmido, apresentando seca nos meses de junho, julho e agosto.

O Acre concentra uma grande área de preservação. São elas:

- Parque Nacional da Serra do Divisor / Serra do Moa

- Reserva Ecológica da Pimenteira

- Estação Ecológica Rio Acre

- Reserva Extrativista Figueira

- Reserva Extrativista Santa Quitéria

- Reserva Extrativista Chico Mendes

- Reserva Extrativista do Alto Juruá

- Área de Relevante Interesse Ecológico Seringal Nova Esperança

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