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História e Economia

História

A ocupação do território de Belém, antes Forte de Presépio, foi desde cedo marcada por incursões de holandeses e ingleses em busca de especiarias.

No século XVII, a região, integrada à capitania do Maranhão e Grão-Pará, conheceu a prosperidade com a lavoura e a pecuária. Em 1774, desfez-se a integração. Em 1821, a Revolução Constitucionalista do Porto (Portugal) foi apoiada pelos paraenses, mas o levante acabou reprimido. As lutas políticas continuaram: a mais importante, a Cabanagem (1835), chegou a decretar a independência da província. A economia cresceu rapidamente no século XIX e início do século XX com a exploração da borracha. Com o declínio do ciclo da borracha, veio a estagnação, da qual o Pará só saiu na década de 1960, com o desenvolvimento agrícola do sul do Estado. Na década de 1970, o crescimento foi acelerado com a exploração do ferro na serra de Carajás e do ouro em Serra Pelada.

Economia

Tradicionalmente calcada no extrativismo, a economia do Pará sofreu a primeira grande mudança na década de 1970, com a política de incentivos fiscais definida pelo Governo Federal para estimular o desenvolvimento da Amazônia, resultando na implantação de vários projetos industriais, agrícolas e pecuários. A nova base produtiva do Pará está, portanto, calcada na agroindústria, na produção mineral, com o aproveitamento das inúmeras e valiosas jazidas minerais do Estado e no turismo.

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